<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss'><id>tag:blogger.com,1999:blog-15461154</id><updated>2009-11-12T11:36:05.681-02:00</updated><title type='text'>DIÁRIO DE UM GORDO</title><subtitle type='html'>Para todos os que se sentem discriminados, abalados, deprimidos e subestimados... E para quem nasceu e quer conhecer histórias e personagens da Usina Junqueira. E com um pouco de humor, também, que ninguém é de ferro!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25'/><author><name>Sidnei Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18290058089175213471</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>112</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15461154.post-2488748444734886613</id><published>2008-08-19T23:42:00.005-03:00</published><updated>2008-08-20T00:37:04.227-03:00</updated><title type='text'>MOTIVO DE ORGULHO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ISQJNy0TLOg/SKuFRa-pAII/AAAAAAAAABs/utpLRLuMb-4/s1600-h/junior.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ISQJNy0TLOg/SKuFRa-pAII/AAAAAAAAABs/utpLRLuMb-4/s320/junior.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5236425526094659714" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este rapaz aí da foto eu o vi pela primeira vez em meados da década de 80. Ele não devia ter mais do que dez ou doze anos. Antes, o tinha conhecido através de uma foto, quando ele conseguiu a vitória num concurso de redação da escola onde estudava e o jornal publicou aquele que seria um dos primeiros feitos ao qual (confirmou-se com o passar dos anos) seguir-se-iam vários outros. A partir daí, vi-o crescer, não só fisicamente mas também intelectualmente. Corrêa Neves Júnior é uma prova viva de quem sai aos seus não degenera: filho do saudoso jornalista Corrêa Neves (uma das grandes figuras do jornalismo nacional e desta região Nordeste do Estado de São Paulo, cuja importância um dia não só Franca mas também o resto do País vai saber reconhecer) e de Sônia Machiavelli (professora, jornalista, escritora e uma das grandes intelectuais deste País, também ainda imerecidamente sem ter a sua capacidade reconhecida), hoje dirige com extrema competência o Grupo Corrêa Neves de Comunicação (no qual tenho o orgulho de ter trabalhado nos últimos 28 anos), realizando uma das mais extraordinárias realizações da Imprensa brasileira, a integração das redações do jornal &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Comércio da Franca&lt;/span&gt; e da rádio Difusora, que hoje compõem o grupo. Júnior transformou o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Comércio&lt;/span&gt; num dos mais importantes jornais do País e a Difusora em líder de audiência. Pois então: este rapaz (ao qual sempre olhei, orgulhoso, com olhos de irmão mais velho) fez bonito ontem em São Paulo. Participou do Congresso da ANJ em São Paulo, como palestrante e debatedor, deixando admirados grandes especialistas em comunicação por conta da integração rádio-jornal, implantada e desenvolvida com sucesso por aqui. Por isso, não poderia deixar de saudar o feito, que mostra que o Júnior (como todos os que o conhecem o chamam) é realmente capaz, empreendedor e, antes de tudo, apaixonado pelo que faz. O &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Comércio&lt;/span&gt; é seu grande projeto de vida e, sob o seu comando, vai continuar colhendo os frutos de seu trabalho apaixonado. Peço licença ao Gabriel Ciciliani, repórter do &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Comércio&lt;/span&gt;, para publicar a reportagem que a edição deste 20/08/2008 do jornal traz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;‘Comércio’ é destaque no 7º Congresso de Jornais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Gabriel Ciciliani&lt;br /&gt;Free lance para o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Comércio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Para uma platéia de jornalistas e empresários ligados à comunicação que lotou o salão de convenções do WTC Hotel, em São Paulo, a experiência inovadora de unir as redações de rádio e jornal, colocada à prova pelo Grupo Corrêa Neves de Comunicação há mais de um ano, fez sucesso. A rotina da integração entre profissionais da rádio Difusora e do Jornal &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Comércio da Franca&lt;/span&gt; foi apresentada, na manhã de ontem, pelo jornalista Corrêa Neves Júnior, diretor-executivo do grupo, no 7º Congresso Brasileiro de Jornais. &lt;br /&gt;Por mais de uma hora, o dia-a-dia dos profissionais que atuam nas duas empresas e a maneira com que interagem na produção de material noticioso para a rádio e o jornal, além de sites e revistas, foram amplamente abordados por Corrêa Neves Júnior durante sua palestra cujo tema era “A cultura multimídia: desafios e oportunidades para os jornais”. &lt;br /&gt;O interesse despertado pelo assunto foi tanto que a explanação que, a princípio, estava prevista para durar uma hora, se estendeu por mais 40 minutos. &lt;br /&gt;Entre os interessados, estavam Marcelo Hesch, diretor do Grupo RBS, um dos maiores grupos de comunicação do Brasil e que tem sob o seu comando mais de 850 jornalistas, além do norte-americano Randy Covington, diretor do IFRA, uma entidade internacional de investigação e serviços para a indústria jornalística e consultor de vários jornais, como o britânico Daily Telegraph. “Receber elogios de profissionais deste gabarito é a mesma coisa de um jogador de futebol ser elogiado por Pelé ou Garrincha. Isso mostra que o trabalho feito no Grupo é sério e respeitado”, disse Corrêa Júnior.&lt;br /&gt;Além da rotina das redações integradas, o inédito modelo de remuneração e avaliação de desempenho dos funcionários do grupo, implementado no ano passado, também foi tema de discussão. “Ao ver as fotos e as imagens da nossa redação integrada e de todas as nossas instalações, a platéia vibrou. Realmente foi um sucesso”, completou&lt;br /&gt;Acompanhando Corrêa Neves no Congresso, a editora-chefe do &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Comércio&lt;/span&gt;, Joelma Ospedal, sintetizou a apresentação. “A palestra foi perfeita. Em um curto espaço de tempo,  Júnior conseguiu demonstrar todo o projeto de integração e cativou a platéia. Ficamos muito orgulhosos porque sabemos que estamos fazendo um excelente trabalho em Franca”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Modelo de integração será levado ao exterior&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O norte-americano Randy Covington, principal palestrante do 7º Congresso Brasileiro de Jornais, se mostrou impressionado com o modelo de integração utilizado pelo Grupo Corrêa Neves de Comunicação. Covington, que também trabalha como consultor do &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Daily Telegraph&lt;/span&gt;, um dos maiores jornais britânicos, prometeu ao jornalista Corrêa Neves Júnior fazer uma visita às instalações do&lt;span style="font-weight:bold;"&gt; Comércio&lt;/span&gt; e Difusora e solicitou cópias do material utilizado em sua palestra. “Ele ficou maravilhado com o trabalho que é feito em Franca e prometeu levar isso para os Estados Unidos, onde dá aulas na Carolina do Sul. Como ele também é consultor do &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Daily Telegraph&lt;/span&gt;, que investe muito dinheiro para promover esta integração entre seus jornalistas, nosso modelo também poderá ser utilizado neste jornal”, disse Joelma Ospedal. &lt;br /&gt;No encerramento do evento, Covington voltou a citar o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Comércio&lt;/span&gt;. “Ele afirmou que em 2020, todos precisarão de coragem para fazer o que já é feito atualmente por nós”, finalizou a editora-chefe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma observação: há exatamente três anos, no dia 19 de agosto, todos nós perdíamos aquele que foi o grande entusiasta que iniciou o desenho do que o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Comércio&lt;/span&gt; é hoje: o saudoso jornalista Corrêa Neves que, com certeza, deve estar vendo tudo isso com a alegria de um pai orgulhoso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15461154-2488748444734886613?l=diariodeumgordo01.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/feeds/2488748444734886613/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=15461154&amp;postID=2488748444734886613&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/2488748444734886613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/2488748444734886613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/2008/08/motivo-de-orgulho.html' title='MOTIVO DE ORGULHO'/><author><name>Sidnei Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18290058089175213471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='14803516689345108914'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ISQJNy0TLOg/SKuFRa-pAII/AAAAAAAAABs/utpLRLuMb-4/s72-c/junior.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15461154.post-6563181499327253055</id><published>2008-08-13T17:28:00.003-03:00</published><updated>2008-08-13T17:38:52.743-03:00</updated><title type='text'>OLIMPÍADA</title><content type='html'>Pois é! Não tem como não comentar. Mas ver os nossos narradores na TV vibrando com três míseras medalhas de bronze (até a Índia já tem medalha de ouro) é uma tristeza. Ultimamente, todos eles, sem exceção, estão vibrando até com a derrota. Teve gente que encheu o peito e ficou esperando uma avalanche de ouro depois do Pan-Americano no Brasil. Mas a coisa não é assim. Comparado aos Jogos Olímpicos, o Pan acabou sendo um campeonato varzeano diante do Campeonato Brasileiro de Futebol. Quase como uma edição dos Jogos Abertos diante das Olimpíadas. O Brasil ganhou ouros, pratas e bronzes à mancheia porque os Estados Unidos enviaram apenas atletas de segundo escalão. Taí Michael Phelps que não me deixa mentir. A cada entrada do fenômeno (este sim, merece o apelido) na piscina, o recorde já caía. E o ouro era definitivamente dele. O que esperar do Brasil: medalhas de ouro possíveis apenas em esportes coletivos como o vôlei feminino e masculino e o futebol feminino e masculino (mesmo que o Dunga esteja lá atrapalhando). Além  do vôlei de praia. No mais, uma surpresa aqui e ali, como o ginasta Diego Hipólito na ginástica olímpica masculina e suas colegas da equipe feminina (quem sabe Daiane dos Santos, Jade Barbosa ou a ribeirãopretana Laís Souza não desencantem?) Aliás, como tem menina feia nesta modalidade! Até que tinha umas americanas bonitinhas, mas as outras? São Jorge faria a festa! Será que o primeiro quesito é ser feia? No judô feminino, também! Não consegue ser modelo? Vai fazer ginástica olímpica ou judô, né? Pois é isso: se o Brasil conseguir meia dúzia de medalhas de ouro será muito. Acho que no total não chega a quinze medalhas (entre ouro, prata e bronze). Espero que eu esteja errado. E os atletas brasileiros me façam morder a língua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15461154-6563181499327253055?l=diariodeumgordo01.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/feeds/6563181499327253055/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=15461154&amp;postID=6563181499327253055&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/6563181499327253055'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/6563181499327253055'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/2008/08/olimpada.html' title='OLIMPÍADA'/><author><name>Sidnei Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18290058089175213471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='14803516689345108914'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15461154.post-9045547295496950757</id><published>2008-03-23T15:42:00.004-03:00</published><updated>2008-03-23T15:51:31.501-03:00</updated><title type='text'>E O QUICO?</title><content type='html'>Domingão de Páscoa, eu em casa ouvindo Chico Buarque (ô gordim de bão gosto, sô?) e pensando na vida. Pensando e escrevendo tudo o que me passa pela cabeça. Lembro-me de Páscoas de outras épocas, onde os ovos de chocolate não passavam de sonho distante e inalcançável. Não consigo me lembrar do meu primeiro ovo de chocolate. Mas isso não tem importância. O que tem importância, sim, é a mercantilização de todas as datas religiosas. Nem o Dia da Padroeira do Brasil foge disso, com um verdadeiro mercado persa tomando conta de Aparecida e do entorno de todas as Igrejas dedicadas a Nossa Senhora no dia 12 de outubro. Acho que falta mais, na Páscoa, no Natal, no dia das(os) dezenas de padroeiras(os) por este Brasil: a solidariedade para com os que nem podem sonhar com um ovo de Páscoa ou um peru de Natal. Compaixão para os que nem conseguem imaginar uma mesa farta e sorridente. Coração aberto para os que nem devem saber o que é ter a barriga cheia. O leitor deve estar perguntando: e o Quico? Se pergunta isso tem mais é que procurar no Chaves porque não tem mais alma para amar, se doar e viver solidariamente. O que é muito triste...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15461154-9045547295496950757?l=diariodeumgordo01.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/feeds/9045547295496950757/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=15461154&amp;postID=9045547295496950757&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/9045547295496950757'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/9045547295496950757'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/2008/03/e-o-quico.html' title='E O QUICO?'/><author><name>Sidnei Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18290058089175213471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='14803516689345108914'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15461154.post-1483469784575601796</id><published>2007-11-26T23:25:00.000-02:00</published><updated>2007-11-26T23:26:32.705-02:00</updated><title type='text'>ARMADILHAS DA LÍNGUA</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Você sabe o que é tautologia?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;(Contribuição de José Truda Júnior)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o termo usado para definir um dos vícios de linguagem. Consiste na repetição de uma idéia, de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O exemplo clássico é o famoso 'subir para cima' ou o 'descer para baixo'. Mas há outros, como você pode ver na lista a seguir:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- elo de ligação&lt;br /&gt;- acabamento final&lt;br /&gt;- certeza absoluta&lt;br /&gt;- quantia exata&lt;br /&gt;- nos dias 8, 9 e 10, inclusive&lt;br /&gt;- juntamente com&lt;br /&gt;- expressamente proibido&lt;br /&gt;- em duas metades iguais&lt;br /&gt;- sintomas indicativos&lt;br /&gt;- há anos atrás&lt;br /&gt;- vereador da cidade&lt;br /&gt;- outra alternativa&lt;br /&gt;- detalhes minuciosos&lt;br /&gt;- a razão é porque&lt;br /&gt;- anexo junto à carta&lt;br /&gt;- de sua livre escolha&lt;br /&gt;- superávit positivo&lt;br /&gt;- todos foram unânimes&lt;br /&gt;- conviver junto&lt;br /&gt;- fato real&lt;br /&gt;- encarar de frente&lt;br /&gt;- multidão de pessoas&lt;br /&gt;- amanhecer o dia&lt;br /&gt;- criação nova&lt;br /&gt;- retornar de novo&lt;br /&gt;- empréstimo temporário&lt;br /&gt;- surpresa inesperada&lt;br /&gt;- escolha opcional&lt;br /&gt;- planejar antecipadamente&lt;br /&gt;- abertura inaugural&lt;br /&gt;- continua a permanecer&lt;br /&gt;- a última versão definitiva&lt;br /&gt;- possivelmente poderá ocorrer&lt;br /&gt;- comparecer em pessoa&lt;br /&gt;- gritar bem alto&lt;br /&gt;- propriedade característica&lt;br /&gt;- demasiadamente excessivo&lt;br /&gt;- a seu critério pessoal&lt;br /&gt;- exceder em muito .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Note que todas essas repetições são dispensáveis.&lt;br /&gt;Por exemplo, 'surpresa inesperada'. Existe alguma surpresa esperada? É óbvio que não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos evitar o uso das repetições desnecessárias. Fique atento às expressões que utiliza no seu dia-a-dia.&lt;br /&gt;Verifique se não está caindo nesta armadilha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostou?&lt;br /&gt;Repasse aos amigos&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15461154-1483469784575601796?l=diariodeumgordo01.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/feeds/1483469784575601796/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=15461154&amp;postID=1483469784575601796&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/1483469784575601796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/1483469784575601796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/2007/11/armadilhas-da-lngua.html' title='ARMADILHAS DA LÍNGUA'/><author><name>Sidnei Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18290058089175213471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='14803516689345108914'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15461154.post-5193635771173776875</id><published>2007-10-14T13:34:00.000-02:00</published><updated>2007-10-14T13:54:23.715-02:00</updated><title type='text'>SOBRE REMÉDIOS E INJEÇÕES</title><content type='html'>Pois é! Como toda criança, eu também fui um escandaloso quando se tratava de remédios. Principalmente injeções. Lembro-me da dona Djanira e do sêo Ildebrando, além do sêo Custódio (acho que era esse o nome), na maior paciência e boa vontade, tentando-me acalmar para aplicarem uma injeção qualquer. Normalmente, para gripe ou infecção na garganta (destas, eu tinha pelo menos duas por ano na minha infância na Usina Junqueira). Lembro-me do suplício de ir ao ambulatório, localizado em frente ao Parque Infantil, entre a farmácia e o correio (que mais tarde virou banca de revistas). Eu não me contentava em chorar e gritar: fazia um escândalo que mais parecia vítima de uma violência atroz. Mamãe estava sempre comigo e dizia que eu a envergonhava com aquela atitude. Isso acabou aos seis anos, de uma maneira abrupta. Mais uma vez, minha mãe levou-me para tomar uma injeção e, em que pesem os esforços de dona Djanira, eu fiz um escândalo mortal. Teve gente que chegou correndo pra ver o que estava acontecendo. A coisa foi tanta, que no final eu nem quis sair pela frente do ambulatório. Saí pela porta dos fundos e no pequeno trajeto dali até minha casa (uns três quarteirões), mamãe mais uma vez falou da vergonha e conseguiu arrancar o maior dos segredos: não doía nada. Nem tinha sentido a picada. E ela tomou a decisão: a partir daquele dia, eu iria sozinho tomar qualquer injeção que seja. E aí acabou o escândalo. E foi tanto o destemor das agulhas que, alguns anos mais tarde (eu tinha uns nove e minha irmã tinha uns onze ou doze), eu fiz uma grande besteira. Mamãe havia viajado para Franca e ficamos eu, minha irmã, meu pai e Gérson, meu outro irmão, em casa. Luci foi acometida de forte virose e precisou tomar uma série de injeções. Nós éramos muito ligados e eu estava com pela dela, que tomava duas injeções por dia. Para encurtar o sofrimento da minha irmã, decidi: ela tomaria a penúltima série e no mesmo dia eu tomaria as outras duas, para encurtar o tratamento. Tomei as injeções e passei muito mal, mas escondi de todo mundo que aquilo estava acontecendo. Sofri calado e percebi que poderia ter acontecido alguma coisa mais grave. E esta foi a grande lição: não se brinca com remédios. E, até hoje, não tomo comprimido nenhum sem ler atentamente a bula e saber para o que serve. Ainda hoje lembro-me do mal que passei, tive febre, muita dor no corpo e acabei prostrado. Quando minha mãe voltou, já estava um pouco melhor e a coitada nem percebeu. Pois hoje, dou toda a razão para quem diz que com saúde não se brinca. Eu brinquei e só não houve conseqüências mais graves porque Deus, como sempre, foi bom comigo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15461154-5193635771173776875?l=diariodeumgordo01.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/feeds/5193635771173776875/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=15461154&amp;postID=5193635771173776875&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/5193635771173776875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/5193635771173776875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/2007/10/sobre-remdios-e-injees.html' title='SOBRE REMÉDIOS E INJEÇÕES'/><author><name>Sidnei Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18290058089175213471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='14803516689345108914'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15461154.post-5437778142072953693</id><published>2007-08-28T12:58:00.000-03:00</published><updated>2007-08-28T13:15:50.996-03:00</updated><title type='text'>ESQUISITICES E ESQUISITOS</title><content type='html'>Tava eu fumando um cigarro, sentado num banco do calçadão da Marechal Deodoro, aqui em Franca, esperando minha esposa sair da livraria, quando uma senhora idosa, com as bochechas vermelhas de ruge, parou na minha frente e soltou um "Ô coitado!" Diante do meu espanto, ela continuou: "é doença?". Tive que perguntar: "O quê?". "Esse barrigão", prosseguiu. E eu, naturalmente, respondi: "obesidade...". Aí ela quis saber se eu comia muito mas logo cortei o barato, nem dei muitas chances pra ela continuar. Afinal, o povão que passava ali, no meio da tarde, já estava se divertindo com a cena. Tudo isso para explicar: obesidade é doença que traz consigo uma série de outras moléstias que pode levar à morte. Mas espero que isso acabe logo. Se tudo o que estou imaginando der certo, no final do ano terei uma boa notícia. Pois bem: tudo isso só pra dizer: sou pára-raios de malucos e esquisitos. Se estou no meio de gente e aparece uma pessoa não muito certa da idéia, pode ter certeza de que ela vem falar comigo, quase sempre fazendo-me pagar um "king kong" no meio do povão. Neste mesmo dia, tava eu indo comprar uma água (mineral, com gás) numa cafeteria do mesmo calçadão, quando passei diante de uma sorveteria. O estabelecimento comemorava seu aniversário e havia colocado um locutor ali, para "animar" o povão a tomar sorvetes. Para meu espanto, quem assumiu um microfone era um locutor que trabalhou em emissoras da cidade, que eu conheço mas não via há mais de uma década. Não é que ele me viu e já berrou? "Vem aí o Sidão, que trabalha no 'Comércio da Franca', jornalista, há vários anos na cidade... Cada vez mais gordo, heim Sidão?". Eu até iria comprar a água na sorveteria, mas aí nem chance né? Pessoas dos mais diferentes tipos param-me na rua para apresentar uma dieta milagrosa, um remedinho capaz de resolver meus problemas de saúde ou mesmo pra perguntar meu peso. E eu ali, perdido em razão da minha introversão... Sem ter como me livrar. Pode uma coisa dessa?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15461154-5437778142072953693?l=diariodeumgordo01.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/feeds/5437778142072953693/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=15461154&amp;postID=5437778142072953693&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/5437778142072953693'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/5437778142072953693'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/2007/08/esquisitices-e-esquisitos.html' title='ESQUISITICES E ESQUISITOS'/><author><name>Sidnei Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18290058089175213471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='14803516689345108914'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15461154.post-8862863173092241376</id><published>2007-03-17T18:03:00.000-03:00</published><updated>2007-03-17T18:05:09.894-03:00</updated><title type='text'>CAMPANHA SÓRDIDA</title><content type='html'>Eu já disse e volto a repetir: uma campanha surda, sórdida e covarde vem sendo feita contra uma das classes mais inofensivas da atualidade. Os gordos, os obesos, os ‘fofinhos’, como todos gostam de nominar, são os mais discriminados elementos de nossa sociedade e não há quem se levante para defendê-los. Vamos aos fatos: já viu um gordo entrando num dos chamados carros populares? Nem digo como motorista, mas sim como passageiro. A cada dia que passa, os carros estão ficando cada vez menores, mais baixos e mais desconfortáveus. Quem diz que o gordo não faz ginástica nunca viu um sair de um carro destes. É pior do que uma academia. Pra andar de carro, só se for de kombi, van ou caminhão! Nos ônibus, a coisa é feia: a roleta foi feita para anoréxicos e o pobre gordo é obrigado a ficar na parte da frente, onde todos os que passam escondem um sorrisinho irônico que grita no canto da boca. E os banquinhos: só dois comportam indivíduos com uma imagem alternativa e, na maioria das vezes, estão ocupados. Os outros, feitos para uma criança, ainda têm um bracinho fixo do lado que impede que o obeso se sente. O que fazer: sacolejar pra lá e pra cá, segurando-se como pode para não cair, observando mais sorrisinhos irônicos no canto das bocas. E ninguém pra perceber aquele sofrimento e ceder o banco. Os gordos que se danem, não é mesmo? Nos bares, lanchonetes e restaurantes, as cadeiras de plástico (das quais já falei aqui) abundam (e como abundam!). Fora aqueles banquinhos redondos, altíssimos, que são uma tortura para quem tem dezenas de quilos a mais. Nem falo nos banheiros, que dificilmente permitem uma “manobra”: o gordo tem que entrar de ré senão não consegue se virar lá dentro. Até para descer as calças, tem que ser um malabarista nestes banheiros cada vez mais estreitos. A ditadura da magreza vem ganhando adeptos e os gordos, dia-a-dia, estão sofrendo com esta campanha covarde. Dentro de pouco tempo, se esta campanha for vitoriosa, o gordo estará perdido. Só que terá a sua desforra: com certeza, o mundo ficará cada vez mais triste.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15461154-8862863173092241376?l=diariodeumgordo01.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/feeds/8862863173092241376/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=15461154&amp;postID=8862863173092241376&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/8862863173092241376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/8862863173092241376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/2007/03/campanha-srdida.html' title='CAMPANHA SÓRDIDA'/><author><name>Sidnei Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18290058089175213471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='14803516689345108914'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15461154.post-1452442511191603985</id><published>2007-03-10T19:28:00.000-03:00</published><updated>2007-03-11T21:42:43.871-03:00</updated><title type='text'>SÓ SOBRA PRO GORDO</title><content type='html'>Nestes dias de politicamente correto e patrulha cerrada contra a discriminação, há uma classe que vem sendo malhada, batida, espancada, surrada e vilipendiada e ninguém se levanta para defendê-la. Já perceberam que hoje tudo o que acontece de ruim, de tragédia, de engraçado é com um gordo? Pois então! Tudo começou devagarzinho, anos atrás, quando a galera que carrega grande parte das calorias do mundo comemorou: estreava a novela "Mulheres Apaixonadas" e, pela primeira vez, apareceu um personagem gordo que participava de um núcleo de destaque. Porém, ledo engano: o autor Manoel Carlos, ele também dono de uma 'imagem alternativa' (como os bons manuais do politicamente correto ensinam), tascou no coitado a pecha de broxa. Isso mesmo: o rapaz não 'comparecia' diante da mulher e passou quase metade da novela fazendo terapia até funcionar. Agora, no final de 'Páginas da Vida', o mesmo ator voltou interpretando um funcionário de hotel que ganha R$ 40 milhões na mega-sena. Sabe qual o destino do tal? Ganhou a fortuna, se juntou a uma piranha interesseira e virou corno-mor da novela. E a gente que tem nossos (exagerados) quilinhos a mais merece isso? Mas não é só isso: na série 'Lost', que a Globo passou até o final desta semana, há um personagem gordo. Bem gordo. Até que, num dos últimos capítulos da temporada, ele conseguiu encantar uma loira linda de olhos verdes. Tudo indicava que a coisa iria para os finalmentes, para gáudio da galera obesa do mundo todo. Porém, ele também viu-se discriminado pelos autores da série: no primeiro encontro com a moça, naquela ilha estranha mas parasidíaca, ficou a ver navios. A garota foi assassinada com dois tiros. É ou não uma injustiça para com esse pessoal que sofre para carregar quilos e quilos de banha a mais e que esfalfa-se para deixar de ser um simples ponto de referência? Temos que reclamar nossos direitos, entrar na justiça contra a discriminação e pedir chances iguais no emprego e na faculdade. Gordos: Uni-vos pelas cotas em todos os setores da sociedade. Vamos exigir nossos direitos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15461154-1452442511191603985?l=diariodeumgordo01.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/feeds/1452442511191603985/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=15461154&amp;postID=1452442511191603985&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/1452442511191603985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/1452442511191603985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/2007/03/s-sobra-pro-gordo.html' title='SÓ SOBRA PRO GORDO'/><author><name>Sidnei Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18290058089175213471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='14803516689345108914'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15461154.post-4299660224814140681</id><published>2007-02-16T23:56:00.000-02:00</published><updated>2008-12-10T07:08:06.310-02:00</updated><title type='text'>É PIQUE! É PIQUE!</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ISQJNy0TLOg/RdZiz-PWC3I/AAAAAAAAAAs/tKGEojJ22pA/s1600-h/Elaine01.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ISQJNy0TLOg/RdZiz-PWC3I/AAAAAAAAAAs/tKGEojJ22pA/s320/Elaine01.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5032318278653315954" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Neste 16 de fevereiro, completou mais um ano de vida aquela que tornou meu mundo mais bonito e feliz, pouco mais de dois anos atrás. Minha Preta, a Laininha, comemora mais um aniversário e deixo aqui, explícito, o amor que sinto por ela e por tudo o que ela representa em minha vida: luz, rumo, chão, enfim, tudo! Recebe um beijão deste que te ama com verdadeira paixão, que a cada dia fica maior, e das duas filhotas lindas, Adriely e Ariane, que também a amam de forma duradoura! Felicidades, Amor Meu!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15461154-4299660224814140681?l=diariodeumgordo01.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/feeds/4299660224814140681/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=15461154&amp;postID=4299660224814140681&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/4299660224814140681'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/4299660224814140681'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/2007/02/pique-pique.html' title='É PIQUE! É PIQUE!'/><author><name>Sidnei Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18290058089175213471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='14803516689345108914'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ISQJNy0TLOg/RdZiz-PWC3I/AAAAAAAAAAs/tKGEojJ22pA/s72-c/Elaine01.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15461154.post-8418900534997005234</id><published>2007-02-12T22:46:00.000-02:00</published><updated>2007-02-12T22:44:29.061-02:00</updated><title type='text'>QUANDO EU MORRER...</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Quando eu morrer, não quero que chorem.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Quero apenas que sorriam e se lembrem de como eu gostava de rir...&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quando eu morrer, não quero flores.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Quero apenas que todos se lembrem dos seus perfumes e os mantenham na memória...&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quando eu morrer, não quero velas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Quero apenas que meus amigos mantenham acesas n'alma as chamas dos sentimentos puros...&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quando eu morrer, não quero esquife.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Quero apenas que a relva receba meu corpo e a natureza se encarregue de me dissolver...&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quando eu morrer, não quero preces.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Quero apenas que as pessoas que me conhecem estendam a mão para quem realmente precise de auxílio...&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quando eu morrer, não quero epitáfio.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Quero apenas que as pessoas que realmente gostarem de mim guardem minha lembrança dentro do coração...&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15461154-8418900534997005234?l=diariodeumgordo01.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/feeds/8418900534997005234/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=15461154&amp;postID=8418900534997005234&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/8418900534997005234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/8418900534997005234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/2007/02/quando-eu-morrer.html' title='QUANDO EU MORRER...'/><author><name>Sidnei Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18290058089175213471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='14803516689345108914'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15461154.post-296895002233163014</id><published>2007-02-10T17:05:00.000-02:00</published><updated>2007-02-10T17:34:19.116-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lembranças'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amigos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Usina Junqueira'/><title type='text'>UM AMIGO É PARA SEMPRE?</title><content type='html'>Acho que hoje estou melancólico. Lembrando-me de passagens da minha vida, voltam-me à mente pessoas que complementaram minha história pessoal, saindo dela e acabando por se perderem neste mundo de Deus! Desde pequeno, sempre tive facilidade de fazer amizades, em que pese uma introversão que acabou quase me fazendo um eremita. Quando eu tinha meus nove, dez anos, tive em um vizinho, bem mais novo, um amigo bem importante. Há poucos anos fiquei sabendo que Zé Fernando (José Fernando Pinheiro, filho do sêo Orlik, irmão do Dunga, da Mércia, do Paulo e do Milton) estava morando em Ribeirão Preto (a uma hora de Franca). Trocamos poucas mensagens e no fim, os contatos se perderam. A Mércia, que cheguei até 'produzir' para ir num baile de Carnaval, na Usina, tive o prazer de saber de sua formatura em Direito e mais nada. Também na Usina passava um bom tempo com o Faustinho, filho do Fausto e da dona Wanda e neto da Donana e seu Antônio (será?) Daniel, que eram nossos vizinhos ali na pracinha. Eu tinha uns oito a dez anos e ele tinha uns cinco: jogávamos bola, brincávamos muito e sempre que ele estava lá, eu era chamado para brincar com ele. Um dia, ele passou a morar definitivamente em Igarapava e, mais tarde, mudei-me da Usina e nunca mais vi. O mesmo acontece com o Dunga, de quem tive notícias mas não tive o prazer de encontrar. Também o Zé Pitolé, que morava vizinho ao Dunga que era meu vizinho também. Ainda na infância, tive um grande amigo, Carlos Henrique Kitter, o qual fiquei sabendo que foi morto de forma violenta em Ribeirão. O Cadim (José Ricardo Lucas, irmão do Luizinho Lucas) tive o enorme prazer de encontrar algumas vezes no HC de Ribeirão. O Neulys, goleirão do time do meu pai, com quem joguei basquete também, ainda encontro de vez em quando nestas ondas virtuais, com suas mensagens em meu blog e e-mails também, como o Luizinho Lucas, que era bem mais velho que eu na Usina e não convivemos bem. Outra pessoa com a qual conversava bastante quando ele estava na Usina acho que era neto do seu Zé Quintela, que morava vizinho da barbearia do Joãozinho. O garoto passava as férias e alguns finais de semana na Usina e sempre passávamos horas conversando no banco da pracinha, principalmente sobre São Paulo, onde ele morava. Infelizmente, o nome dele é uma das coisas que a diabetes apagou completamente da minha memória. Lembro-me ainda do Ché, irmão do Nivaldo Boquinha (que hoje mora em Franca, no mesmo bairro que eu) e que me levava às reuniões do Chico Xavier, em Uberaba. Ele (e o Adãozinho, já disse aqui) tentaram de todas as formas me ensinar a tocar violão mas não consegui pegar a coisa. Havia o goleirão Célio, com quem também conversava muito, embora eu não passasse de um moleque. Outras pessoas das quais me lembro e que nunca mais vi foram meus padrinhos, André Luiz (batismo) e Deolindo Valério, o Mapuaba (de crisma, que eu mesmo escolhi). O Levi, que morava na Gordurinha e tentou namorar minha irmã Luci; o Sérgio, namorado da Flávia, cuja irmã namorava o Robertinho Chinéca, este um craque no futebol de salão; a Lena, irmã do Nem, amicíssima de minha irmã e que também conversava muito comigo, da mesma forma que a Creuza (ou era a Neuza? As duas eram gêmeas e uma, mal-humorada de nascença, me detestava!), filha da dona Lica, nossas vizinhas ali na rua Quatro, e muitos outros. Estes os que passaram e marcaram minha vida na Usina Junqueira com as suas amizades e com a maioria dos quais nunca mais topei. Será que se lembram de mim como me lembro deles? O que estarão fazendo? Como estarão vivendo? De vez em quando fico pensando que eu também passei pela vida deles mas será que deixei saudades ou fui marcante, a ponto deles lembrarem de mim? Isso deixa-me melancólico, apreensivo e, acima de tudo, esperançoso de que mais alguns deles leiam tudo o que escrevi acima e entrem em contato comigo...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15461154-296895002233163014?l=diariodeumgordo01.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/feeds/296895002233163014/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=15461154&amp;postID=296895002233163014&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/296895002233163014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/296895002233163014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/2007/02/um-amigo-para-sempre.html' title='UM AMIGO É PARA SEMPRE?'/><author><name>Sidnei Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18290058089175213471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='14803516689345108914'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15461154.post-116931822930323970</id><published>2007-01-20T16:36:00.001-02:00</published><updated>2007-01-25T01:48:19.915-02:00</updated><title type='text'>MOMENTO DE NOSTALGIA</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Depois de quase dois meses sem postar nada (desculpem-me meus amigos, mas resolvi ‘tirar férias’ para reunir inspiração para novos posts), cá estou eu de novo. E mais nostálgico do que nunca. Mesmo estando já quase em fevereiro de 2007 (e pertinho dos meus 45 anos, afe!), não posso deixar de lembrar os Natais que vivi em minha Macondo, a Usina Junqueira da minha infância. Embora vivêssemos em permanente aperto financeiro, todo 25 de dezembro era batata: o presente estava lá. Até os 12, 13 anos, sempre um brinquedo. Depois disso, roupas. Para desespero do meu irmão mais velho, que ao receber roupas de presente de Natal aos 14 (ou 15, não sei ao certo) anos, chorou copiosamente, porque queria ganhar brinquedo. Uma coisa de que me lembro, embora eu fosse mais de dez anos mais novo do que ele. O Wagner Ribeiro lembrou lá no blog do Luizinho: o dia 25 de dezembro era especial para a molecada, que ia para a praça da Usina mostrar os seus brinquedos. E havia de todos os tipos: pequenos, grandes, baratos, caros. E cada um queria ostentar o seu com orgulho. Quando eu tinha uns 4 ou cinco anos, ganhei um trator Bandeirante, de lata, que mantive funcionando até uns oito anos ou pouco mais. No ano seguinte, outro brinquedo Bandeirante, só que desta vez um jipe verde, imitando um veículo militar. Eu adorava estes brinquedos. Assim como uma borboleta de plástico, com bolas nas asas que permitiam que fosse puxada tal fosse um carrinho. E fazia um barulhinho à medida que se movimentavam, já que havia peças de plástico dentro destas bolas-rodas. Quando eu tinha um dez anos e começava a apresentar as banhinhas que formavam aqueles pneuzinhos na minha cintura (hoje, nem cintura tenho mais), mamãe resolveu me dar um brinquedo chamado "rema-rema". Tinha praticamente o mesmo princípio do kart, com direção das rodas sendo controladas pelos pés, ao mesmo tempo em que para movimentá-lo tinha que fazer movimentos de remo numa barra semelhante àquelas dos vagões avulsos que andam nos trilhos e é movimentado pela força física, como já vimos muito em filmes antigos norte-americanos. Outros brinquedos foram carrinhos, bolas e um revólver de plástico, vermelho, que atirava um projétil com uma ventosa que grudava num alvo de papel. Era uma pistola igual a do Fantasma (que eu adorava) e que acabou se tornando um adereço da fantasia do personagem que minha mãe fez quando eu tinha uns seis anos. Orgulhoso, eu adorei a fantasia (toda vermelha, com uma máscara preta e short branco com listras azuis escuras) e a única foto que tirei com ela, inexplicavelmente, nunca vi. O fotógrafo disse que tinha queimado (não me lembro se o fotógrafo foi o sêo Ênio ou o sêo Raul). Estas lembranças mostram bem que vivo um momento de nostalgia que, tenho certeza, não vai acabar tão cedo. E vocês, meus amigos que me acompanham, vão ficar aturando a nostalgia de um menino que queria ter parado na infância daqueles anos mágicos de Usina Junqueira.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15461154-116931822930323970?l=diariodeumgordo01.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/feeds/116931822930323970/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=15461154&amp;postID=116931822930323970&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/116931822930323970'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/116931822930323970'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/2007/01/momento-de-nostalgia_20.html' title='MOMENTO DE NOSTALGIA'/><author><name>Sidnei Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18290058089175213471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='14803516689345108914'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15461154.post-116467821406716639</id><published>2006-11-27T23:16:00.001-02:00</published><updated>2007-01-25T01:47:35.109-02:00</updated><title type='text'>IMBECILIDADES</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Há perguntas que não merecem respostas. Há outras, imbecis demais, que merecem uma resposta cretina. De vez em quando, o olhar severo da minha Preta barra meus pensamentos mais idiotas e cretinos, fazendo-me engolir a seco a frase que estava na ponta da língua. Ontem mesmo, quando eu acompanhava minha esposa num ambulatório do Hospital Unimed, passei por um destes momentos. Minha esposa espetada no soro (virose alimentar, disse a médica), a enfermeira entrou, olhou-me sentado numa cadeira ao lado e perguntou: "Você é acompanhante"? Tive vontade de responder: "Não! Tô esperando o bonde!". Mais de uma vez já me abordaram e lançaram de pronto: "Poxa, mas você é gordo, heim?". E a resposta, pronta, mais uma vez foi engolida: "Imagina! É que sou baixo demais para o meu peso. Tivesse três metros, estaria no peso ideal"...&lt;br /&gt;E tem mais:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ao me ver diante de um prato daqueles:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;— Tá com fome?&lt;br /&gt;— Não! É que gosto de olhar arroz, feijão e bife arrumadinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Vendo-me suar em bicas depois de um esforço:&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;— Cansou?&lt;br /&gt;— Imagina! Estou treinando pra ser fonte da praça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Estando eu dentro do carro saindo da garagem:&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;— Vai sair?&lt;br /&gt;— Não! É que adoro deixar o carro no meio da rua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Na fila do cinema:&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;— Vai ver o filme?&lt;br /&gt;— Não! Entrei na fila só por diversão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Drikinha me chama de papai no supermercado e aí algum conhecido pergunta:&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;— Sua filha?&lt;br /&gt;— Não! É que ela chama todo homem que encontra assim pra ver se descobre quem é o pai dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Se alguém me vê chupando uma manga:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;— Gosta de manga?&lt;br /&gt;— Não! É que gosto de deixar minha boca amarela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Vendo-me entrar numa loja de roupas:&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;— Vai comprar roupas?&lt;br /&gt;— Não! É que achei que aqui era o açougue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Vendo-me comprar picanha, carvão, cervejas e refrigerantes:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;— Vai fazer churrasco?&lt;br /&gt;— Não! Tô levando tudo pra dar pra minha cachorra Belinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas são apenas algumas das imbecilidades que colhi e, se a Drikinha me ajudar, vou acabar lembrando-me de outras, já que ela tem o pavio curto como o meu, adora dar respostas enviesadas. Como já dizia minha mãe, quem sai aos seus não degenera, né?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15461154-116467821406716639?l=diariodeumgordo01.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/feeds/116467821406716639/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=15461154&amp;postID=116467821406716639&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/116467821406716639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/116467821406716639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/2006/11/imbecilidades_27.html' title='IMBECILIDADES'/><author><name>Sidnei Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18290058089175213471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='14803516689345108914'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15461154.post-116388542111631769</id><published>2006-11-18T18:57:00.000-02:00</published><updated>2007-01-25T01:48:44.670-02:00</updated><title type='text'>MIL E UM APELIDOS</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Ser gordo, antes de tudo, é sina! Pra ser gordo (como pra ser careca) é preciso, antes de tudo, uma grande dose de coragem e outra maior ainda de lucidez. Ninguém de cabeça fraca consegue ser gordo e levar a vida na boa, rindo e brincando da sua maior fraqueza: as banhas que sobram. Comigo foi assim: a partir dos 11 anos, comecei a engordar, criar esta camada adiposa sobre ossos, músculos e carnes e sob a pele, a qual nunca mais me abandonou. Todos já falaram da crueldade infantil. Pois só sendo gordo para conhecê-la em toda a sua essência. Começam com as brincadeiras e acabam nos apelidos que vão se multiplicando, tornando-se mais opressores e vergonhosos com o passar dos anos. Pra quem era chamado de 'Coisinha' pela irmã; de 'Grilo' pelo irmão; de 'Gafanhoto' por outro (magro e não parava de pular), encarar um 'balofo', um 'jumbão', um 'baleia fora dágua' é uma dose cavalar. Pois quando começaram a aparecer os famosos pneuzinhos na barriga, começou tudo. E o mais ativo dos apelidadores era o Dunga (Orlik Pinheiro Júnior), vizinho na pracinha da Usina, que adorava me apelidar (além de me dar uns cascudos sem que eu merecesse). Um deles, que grudou feito cola, foi "Tainha", o sargento do Recruta Zero que me perseguiu anos a fio enquanto eu morava na Usina. E aquele apelido acabava comigo. Gordim, gordão, balofo foram outros que vieram e passaram. Só me livrei do Tainha quando saí da Usina e vim para Franca. Mas aqui, outro me perseguiu: Gordo Balofo (quer coisa pior?), que o Eliseu (de saudosa memória) me aplicou. Mas o que ficou mesmo foi Sidão, coisa do Nenê, outro colega de trabalho dos meus primeiros anos no 'Comércio', ainda na década de 80 do século passado. Até hoje chamam-me assim. E sabe que ainda tem gente que acredita ser Aparecido meu nome? Até que eu esclareça que meu Sidão é com 'esse' e não 'cê'. Já cansei de ouvir me chamarem de 'baleia fora dágua', Faustão, Jô Soares, Rei Momo, Tim Maia e uma série que nem vale a pena ficar acrescentando aqui, os quais deixaram-me aborrecido. Outros, como o Sidão, acabei assumindo. E percebi que, quando se aceita o apelido, ele não 'gruda'. Mas aí já era tarde, né?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15461154-116388542111631769?l=diariodeumgordo01.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/feeds/116388542111631769/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=15461154&amp;postID=116388542111631769&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/116388542111631769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/116388542111631769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/2006/11/mil-e-um-apelidos.html' title='MIL E UM APELIDOS'/><author><name>Sidnei Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18290058089175213471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='14803516689345108914'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15461154.post-115993369555837292</id><published>2006-10-04T00:33:00.000-03:00</published><updated>2006-11-10T22:33:23.920-02:00</updated><title type='text'>DOIS ANOS DE FELICIDADE</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5084/1432/1600/pretinhupretinhainternet.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5084/1432/400/pretinhupretinhainternet.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Não poderia deixar de externar aqui tudo que o se passa comigo neste momento. Dois anos atrás, exatamente no dia 3 de outubro (um domingo de eleição, como o passado, e de muito trabalho também). Estava eu no jornal, aguardando resultados do pleito para começar a edição que circularia na segunda-feira, quando resolvi entrar na sala de Chat do UOL, de Franca, para 'sentir' os comentários dos que ali estavam. Como usei um nick peculiar (Obeso), logo que entrei na sala, fui interpelado por uma internauta que usava um nick que tinha a palavra doce, se não me engano, perguntando se eu era realmente gordo. Começamos a teclar, saímos da sala e fomos para o MSN. Elaine morava em Marília, tinha uma filha e estava divorciada há anos. Eu, saindo de um casamento frustrante, fui fisgado. Teclamos diariamente por quase um mês. Resultado: um mês depois ela estava em Franca para me conhecer. Veio, voltou em novembro, trouxe a filha e nós descobrimos um amor que eu não imaginava encontrar. Estamos juntos desde então, compondo uma família feliz, que enfrenta os obstáculos junta e também comemora as vitórias unida. O sorriso de Elaine, a minha Preta (sou o Preto dela), na foto, é o sorriso de quem, como eu, encontrou a felicidade quando não mais esperava encontrá-la, pelo menos nesta vida. Por isso, não posso deixar de comemorar e de dizer que amo muito minha esposa, minhas filhas (Drica e Ariane) e também minha vida. Porque Deus deu-me a chance de encontrar uma mulher maravilhosa e colocou em meus braços duas filhas encantadoras e que só trazem alegrias. Bendito dia 3 de outubro. Se não estivesse trabalhando naquele domingo, dificilmente teria encontrado o amor da minha vida e a felicidade em meus dias.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15461154-115993369555837292?l=diariodeumgordo01.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/feeds/115993369555837292/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=15461154&amp;postID=115993369555837292&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/115993369555837292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/115993369555837292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/2006/10/dois-anos-de-felicidade.html' title='DOIS ANOS DE FELICIDADE'/><author><name>Sidnei Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18290058089175213471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='14803516689345108914'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15461154.post-115932444113743582</id><published>2006-09-26T22:54:00.000-03:00</published><updated>2006-09-30T22:53:50.476-03:00</updated><title type='text'>OS TIMES DO MEU PAI - 1</title><content type='html'>O meu amigo Neulys (estudamos e jogamos basquete juntos na Usina Junqueira, entre outra coisas; só não lembro do soco no estômago, viu?) trouxe-me à lembrança os anos 70 naquele lugar tão mágico e especial para todos que tivemos o privilégio de nascer e viver por lá! Lembro-me claramente de alguns fatos envolvendo meu pai e os times de futebol de salão que ele dirigiu ali na usina, nos primeiros cinco anos da década de 70. Muitos dos jovens de então passaram por um de seus times (entre mirim, infantil e juvenil, além do adulto, papai chegou a treinar cerca de 10 equipes, pois tinha os times A, B, C e daí por diante). Para se ter uma idéia da grandiosidade da coisa, nos dias de treinos papai saía de casa na pracinha já acompanhado de uns cinco meninos (os treinos eram três vezes por semana, se não me engano), como o Dunga (que morava ao lado) e mais alguns que residiam por perto ou iam até em casa para não deixar o "sêo" Sebastião atrasar. E conforme ia seguindo para a quadra (ao lado da Igreja), o cordão ia aumentando com a garotada já animada com os treinos. Era uma algazarra: papai com a bola debaixo do braço e uma molecada à sua volta. E o sêo Sebastião era um craque como técnico: pegava garotos que nem sabiam direito chutar a bola e, depois de alguns meses, criava ótimos jogadores. Neste tempo, lapidou craques. Tinha uma capacidade de reconhecer as qualidades de seus jogadores que nunca vi igual. E ele adorava futebol de salão. A mim, deu-me oportunidade de apenas treinar (dizia que nunca deixaria eu jogar para não ser acusado de me proteger; mas deve ser por eu ter sido um perna de pau mesmo) e acabei conhecendo a fundo as regras e passei a apitar os treinos e até jogos dos garotos. Até o dia em que o professor Nicolau resolveu me colocar para apitar um jogo de times adultos e só não fui linchado (eu era cri-cri e rigoroso ao extremo) porque o Babão estava na quadra e todo mundo respeitava meu irmão mais velho que, como vocês sabem, era meio doido. Mas a história do papai com o futebol de salão é interessante. Um dia, ele resolveu (com ele era assim, resolvia e pronto) que iria montar times de futebol de salão (a quadra ficava inteiramente ociosa, entregue a vândalos e só utilizada para algumas atividades da Educação Física do Ginásio). Com a chegada do Nicolau na Usina, a idéia tomou força e papai foi a Igarapava e comprou o mais moderno (na época) livro de regras e táticas do futebol de sãlão. Voltou pra casa, começou a ler e acabou assimilando da forma mais incrível que já vi. O livro me interessou e eu acabei lendo e aprendendo também (totalmente as regras e nada das táticas), o que me levou a virar juiz. Papai só aceitava os garotos que apresentassem uma autorização assinada pelo pai. Mas tinha suas restrições: se não gostava do garoto, ele não entrava no time. E alguns ele nunca deixou participar. Qualquer problema na escola (uma suspensão, por exemplo), tirava o garoto da equipe. E os treinos viravam uma festa, com aquela molecada toda sentada em volta da quadra e ele ali, orientando e formando times inesquecíveis e fortíssimos. De vez em quando, treinava o time adulto, que tinha meu irmão Hamilton (ou então o Sérgio 'Tucano') no gol, Wilson, Chicão, Hélio, Waltinho, Almir (será este o nome mesmo do irmão do Alceu?), Roberto Chineca e vários outros, cujos nomes me fogem, trinta e cinco anos depois de tudo isso. Deixo para um próximo post mais informações sobre papai e o futebol de salão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15461154-115932444113743582?l=diariodeumgordo01.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/feeds/115932444113743582/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=15461154&amp;postID=115932444113743582&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/115932444113743582'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/115932444113743582'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/2006/09/os-times-do-meu-pai-1.html' title='OS TIMES DO MEU PAI - 1'/><author><name>Sidnei Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18290058089175213471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='14803516689345108914'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15461154.post-115759929181609702</id><published>2006-09-06T23:54:00.000-03:00</published><updated>2006-11-22T17:57:11.200-02:00</updated><title type='text'>TREZE ANOS!</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5084/1432/1600/DRIKA%20009.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5084/1432/320/DRIKA%20009.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Ultimamente estou ficando meio colunista social, pois resolvi registrar os aniversários das pessoas que amo. E não é que, neste Sete de Setembro, a Drikinha chega aos 13 anos? Quem não conhece, esta menina linda aí da foto é uma bênção dos céus. É um presente que Deus colocou em minha vida, uma filha que todo pai teria orgulho de ter. Estudiosa, obediente (de vez em quando, né meu docinho?), extremamente amorosa, é uma luz na minha vida, ao lado da Preta que nunca deixo de amar. Drikinha (ou Adriely), é minha filha mais velha, foi-me dado o privilégio de acompanhar sua pré-adolescência e a adolescência que chega célere e, espero, seu crescimento (físico, moral e espiritual) por toda a eternidade. Beijos pra você Drikinha, que sabe que eu a amo como fora seu verdadeiro pai. Aliás, acho que sou! E fico feliz por você me considerar assim... E felicidades na seqüência de sua vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15461154-115759929181609702?l=diariodeumgordo01.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/feeds/115759929181609702/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=15461154&amp;postID=115759929181609702&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/115759929181609702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/115759929181609702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/2006/09/treze-anos.html' title='TREZE ANOS!'/><author><name>Sidnei Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18290058089175213471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='14803516689345108914'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15461154.post-115638319196216179</id><published>2006-08-23T22:27:00.000-03:00</published><updated>2006-08-24T23:58:14.170-03:00</updated><title type='text'>PARECE QUE FOI ONTEM!</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5084/1432/1600/luciontemehoje.3.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5084/1432/320/luciontemehoje.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Tem dias que olho para trás e fico assustado com a velocidade da vida. Parece que foi ontem que via Luci, magrinha, pernas finas, com suas inúmeras pulseiras e carregando o Tonico, um boneco que ela tinha e eu, de vingança, arranquei os seus olhos. Ou então a enorme Beijoca ou a Meiguinha. Luci teve dezenas de bonecas e todas tinham nome. Hoje, ela está com 47 anos (puxa!), completados no dia 22 de agosto, partindo célere rumo aos 50! Tá véia heim, mana? A foto mostra ela criança e alguns anos atrás, quando tinha apenas 40. Um Beijão, parabéns e felicidades, minha irmã!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15461154-115638319196216179?l=diariodeumgordo01.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/feeds/115638319196216179/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=15461154&amp;postID=115638319196216179&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/115638319196216179'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/115638319196216179'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/2006/08/parece-que-foi-ontem.html' title='PARECE QUE FOI ONTEM!'/><author><name>Sidnei Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18290058089175213471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='14803516689345108914'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15461154.post-115629742043688969</id><published>2006-08-22T22:00:00.000-03:00</published><updated>2006-09-22T11:36:33.193-03:00</updated><title type='text'>GENTE QUE CONHECI</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Há momentos na vida em que penso que minha infância ainda está ali atrás, da qual decorreram poucos anos. Pois não é que há 30 anos estava eu deixando a infância e ingressando na adolescência? E deste tempo, muitas coisas vivi, muita gente conheci. E desta época, há nomes que ainda me vêm à cabeça e dos quais nunca mais ouvi falar. Como meu padrinho de crisma, Deolindo Valério, amigo de meus irmãos e ao qual escolhi, quando ainda tinha uns cinco ou seis anos para me acompanhar na crisma realizada na Capela de São Geraldo, na Usina Junqueira. Eu gostava muito do "Mapuaba" (era o apelido dele), um afrodescendente (é assim que se tem que dizer hoje, né?) alegre e brincalhão. A última vez que o vi, já na década de 1970 (eu devia ter uns oito ou nove anos), quando ele chegou na usina dirigindo um carro da Companhia Paulista, de Ribeirão Preto (depois comprada pela Antártica), como representante da empresa que fabricava a cerveja escura Niger e o delicioso Guaraná Paulista (nunca mais bebi outro igual). Também outro negão sangue bom (desculpa a expressão) era o Célio, que trabalhava na Usina e jogava como goleiro no Caçulinha (era assim que chamávamos o time da Usina Junqueira). Tinha quase dois metros de altura e era muito amigo do meu irmão Hamilton. Passou a freqüentar nossa casa e, lembro-me bem, ele adorava ler e ficava maravilhado com tantas revistas que mamãe comprava. Foi meu primeiro ídolo no futebol (assim como o Vermelho, o Cacaolho e o Vítor, irmão da Silvana que era amiga da minha irmã), ao lado do Cejas, Ramos Delgado, Edu e Pelé (do glorioso Santos do início da década de 1970). Do Arthur, músico excepcional (só que, infelizmente, não me lembro do instrumento que tocava), que substituiu o sêo Étore como regente da banda e tentou enfiar um pouco de música na minha cabeça. Infelizmente, meu dom era só para tocar surdo, função que desempenhei algumas vezes na banda da Usina Junqueira, nas domingueiras na praça Coronel Quito, onde mamãe vendia balas, doces, chicletes e pipocas. Ele tentou me ensinar algum instrumento, sem sucesso. Um dia, quis que eu tentasse tocar caixa em plena música. Necas de catibiriba! Lembro-me também da esposa dele (que, infelizmente, esqueci o nome), a qual acompanhei junto com o Ché (nem pra saber o nome dele direito eu presto), filho do sêo Hildebrando às visitas semanais ao Chico Xavier (ela era uma das médiuns que o auxiliava). O Ché também foi um grande amigo (e também grande músico) que emprestava-me livros espíritas e que gostava de tocar violão e cantar, assim como o Adãozinho (outro que tentou me ensinar a tocar violão). Do Ché, soube que continuava na Usina. Será que permanece lá? E os outros, como os irmãos Oswaldo Júlio e Silvinho; o Iraílton (os três foram para São Paulo, mesmo destino do Antônio dos Santos); a Beth Aléo (que cantava lindamente) e a Cristina Guitarrara (linda e que mamãe sempre elogiava); o Hugo, filho da Donana, vizinho nosso, que arrumou um calhambeque que era a alegria da criançada; Carmem Lúcia, José Wilson e Carlinhos, vizinhos da rua Quatro. E o Funfa? O Paraná? O Cidinho, irmão dele? As irmãs Marta e Mirna, que um dia progatonizaram uma feroz luta de boxe no pátio do ginásio, usando as luvas que o professor de Educação Física, Nicolau, levara pra lá? Aliás, onde anda o Nicolau? E Samuel, o pivô do basquete da Usina, filho do Bolão? O Levy, que morava na Gordurinha (ou no Sertãozinho, não me lembro bem) e era pau pra toda obra? E Seu Martin, o guarda do jardim, que arrumava cigarros pra molecada que achava que tinha crescido e fumava escondido dos pais? O Rui, o Jorjão, o Valdir, o Betão, o Azeitona (era este o apelido, acho), filho do Gaspar, que jogava no gol? Todos estes (e mais várias dezenas de outros) treinavam futebol de salão com papai. E o Baliza? O Pardal? O João Paulo? O Zé Pitolé? E muitos outros, com os quais convivi diariamente por anos a fio? Onde estão? O que fazem? Como estão? De alguns tive notícias e a grata satisfação de reencontrar, como o José Ricardo (o Cadim), colega de travessuras, hoje trabalhando no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. O Luiz (Luizinho) Eduardo, irmão dele, só trocando mensagens pela Net. Assim como as irmãs Luciana, Cristina e Fernanda. Todos Lucas, filhos da dona Dalilu (um nome que eu sempre achei bonito) e do sêo Luiz Lucas. Pelos quais fiquei sabendo notícias de várias pessoas, como a família Pinheiro (sêo Orlik e os filhos Paulo, Milton, Dunga, Mércia e Zé Fernando) e várias outras pessoas. Conforme for lembrando de mais gente (afinal, a mente já não funciona como décadas atrás), vou postando aqui. Para ficar marcado e se tornar referência quando a mente já não mais conseguir relembrar.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15461154-115629742043688969?l=diariodeumgordo01.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/feeds/115629742043688969/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=15461154&amp;postID=115629742043688969&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/115629742043688969'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/115629742043688969'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/2006/08/gente-que-conheci.html' title='GENTE QUE CONHECI'/><author><name>Sidnei Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18290058089175213471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='14803516689345108914'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15461154.post-115577948879580095</id><published>2006-08-16T22:18:00.000-03:00</published><updated>2006-08-21T23:45:58.753-03:00</updated><title type='text'>UM ANO DE SAUDADE</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5084/1432/1600/correa3.5.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5084/1432/320/correa3.2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Um ano atrás, no dia 19 de agosto, publiquei aqui um artigo que tinha escrito um dia antes para o &lt;strong&gt;Comércio&lt;/strong&gt; que, no fundo, nunca queria ter escrito. Era uma despedida a uma pessoa que estava acostumado a encontrar nos últimos 25 anos de minha vida quase que diariamente. Foi uma perda irreparável não só para mim mas para todos os que compartilhavam de sua proximidade, incluindo aí todo o município de Franca, a morte do jornalista Corrêa Neves. O mesmo Corrêa Neves que conheci no dia 28 de junho de 1980, um sábado. Foi a primeira vez que o vi e, nos 25 anos seguintes, tivemos uma convivência estreita que, além da relação patrão-empregado, acabou se tornando uma relação pai-filho, irmão-irmão, amigo-amigo. Não vou dizer aqui e sempre foi tudo às mil maravilhas. Mas foi uma convivência normal, entre duas pessoas que se respeitavam e que tinham o mesmo propósito: fazer o melhor jornal possível dentro das limitações da época, tanto tecnológicas quanto de material humano. Corrêa Neves foi um grande professor, responsável por toda a minha formação profissional. Foi quem deu-me todas as chances de aprender e crescer dentro do &lt;strong&gt;Comércio&lt;/strong&gt;. Ensinou-me e transmitiu-me toda a sua experiência de repórter e jornalista — e ele sempre dizia que era, antes de tudo, repórter. Um dia, disse-me a razão de nossa relação (mais do que profissional, volto a destacar) ter dado certo: "Sidão (como todos me chamam), enquanto eu coloco fogo você vai lá e apaga". Pois era assim: Corrêa Neves, o sêo Corrêa, era mesmo intempestivo e apaixonado pelo que fazia. Se não gostava de alguma coisa, deixava bem claro, sem se preocupar com as conseqüências. E muitas vezes, eu acabava contornando o problema. Por isso, aquele dia 18 de agosto está indelevelmente marcado dentro de minh'alma como um dos mais doloridos de toda minha vida. Ver inerte, dentro de um caixão, o homem vigoroso, que não se detinha diante dos obstáculos, foi doloroso. E, até hoje, não me furto a lembrar de suas ações e das muitas histórias que me contou. Hoje, sem Corrêa, ainda continuo aqui, vendo seu filho Corrêa Neves Júnior (que conheci quando garoto) seguindo os passos do pai, com as mesmas determinação e paixão pelo &lt;strong&gt;Comércio &lt;/strong&gt;e pela cidade. E também dona Sônia (Machiavelli Corrêa Neves), a quem admiro a cada dia mais pela capacidade, inteligência e, sobretudo, afabilidade. Eu e o &lt;strong&gt;Comércio&lt;/strong&gt; continuamos juntos, um ano depois, sentindo falta daquele que foi tão marcante em nossas vidas. Confesso que nos últimos meses de sua vida, não o vi. Não suportava a idéia de ver debilitado aquele homem que chegava ao &lt;strong&gt;Comércio &lt;/strong&gt;ainda de madrugada, para acompanhar a impressão e distribuição do jornal aos entregadores e banqueiros, saindo muitas vezes só na madrugada seguinte, depois de acompanhar todo o processo de produção, dos anúncios ao fechamento da primeira página. Acovardei-me, de uma forma que Corrêa Neves não faria. Esta foi uma de suas lições que, infelizmente, não aprendi.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15461154-115577948879580095?l=diariodeumgordo01.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/feeds/115577948879580095/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=15461154&amp;postID=115577948879580095&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/115577948879580095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/115577948879580095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/2006/08/um-ano-de-saudade.html' title='UM ANO DE SAUDADE'/><author><name>Sidnei Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18290058089175213471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='14803516689345108914'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15461154.post-115542902630702354</id><published>2006-08-12T21:25:00.000-03:00</published><updated>2006-08-19T18:23:07.416-03:00</updated><title type='text'>MINHA CASA E OS 27 GATOS (2)</title><content type='html'>Como disse no post anterior, cresci rodeado de felinos. Foram pouco mais de cinco anos morando na pracinha (como chamávamos na Usina Junqueira, já que o jardim era a praça maior, enorme mesmo como não vi igual em lugar nenhum até hoje) com aquela gataiada miando adoidado ao primeiro cheiro de carne (ou só com o barulho da faca sendo amolada). Mamãe adorava aqueles felinos e tinha predileção por dois: um, o Tigrinho, que acabou morrendo (junto com os 60 galináceos que mamãe criava no galinheiro) ao ingerir farelo de milho (que tinha sido contaminado por um herbicida poderoso ao ser armazenado, o BHC, descobrimos depois). O outro era o Cat, que como o Chaninho da rua quatro também tinha duas casas. O Tigrinho - um gato rajado, branco e cinza, cujo desenho da pelagem lembrava muito um tigre - um dia seguiu minha mãe desde o escadão (duas ruas abaixo da pracinha) até nossa casa e nunca mais saiu. Era um gato brincalhão e inteligente que, com o tempo, passou a ser o guardião do galinheiro: agia como um pastor, colocando para dentro do galinheiro os pintainhos que fugiam pela malha grossa da tela que cercava o local. E isso sem machucar nenhum deles. Além disso, dividia com eles a ração (o tal farelo de milho) com as galinhas: minha mãe molhava o farelo com água e colocava no cocho: o Tigrinho comia do lado de fora e as galinhas, dentro do galinheiro. E conviviam pacificamente. Um dia topamos com ele miando desesperadamente atrás da porta da cozinha, onde mamãe colocava bolas de mortadela, salsichas e linguiças, os quais utilizava para fazer lanches e salgados que vendia na cantina da quadra. Ele miava na esperança de que, a partir daquela ação, algum deles caísse. O que, obviamente, nunca aconteceu. Já o Cat, que antes de nos mudarmos da Usina já tinha trocado de donos também (se não me engano, bandeou-se para a casa da Jacira - acho que o nome era este -, mãe do Adriano, filha do sêo Izaltino), era o mais eficiente guardião das carnes que minha mãe comprava. Mamãe costumava comprar ossos de vaca ou boi para fazer sabão. Lá na Usina, antes da inauguração do supermercado, eles vinham cheios de carne que mamãe tirava para fazer sopas e outras iguarias... Atualmente, os ossos vêm totalmente descarnados, o que não acontecia no açougue da usina naquela época. Pois bem: ela costumava comprar em grande quantidade, colocando num saco de linho que, ao chegar em casa, colocava no chão da cozinha "de dentro" (havia ainda a cozinha "de fora", com um reluzente fogão de lenha), do lado da pia. Aí, o Cat deitava-se do lado (com o saco inteiramente aberto) e não deixava nenhum gato se aproximar para atacar a carne. E bem que eles tentavam, mas o gato usava a força para rechaçar todos. Mesmo minha mãe colocando um osso cheio de carne na frente dele, o Cat continuava ali, defendendo a carne. Ele só comia (e, aí, que nenhum outro chegava perto) quando minha mãe autorizava. Gato de responsa, esse heim?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15461154-115542902630702354?l=diariodeumgordo01.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/feeds/115542902630702354/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=15461154&amp;postID=115542902630702354&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/115542902630702354'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/115542902630702354'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/2006/08/minha-casa-e-os-27-gatos-2.html' title='MINHA CASA E OS 27 GATOS (2)'/><author><name>Sidnei Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18290058089175213471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='14803516689345108914'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15461154.post-115517499159718225</id><published>2006-08-09T22:37:00.000-03:00</published><updated>2006-08-12T00:53:49.400-03:00</updated><title type='text'>MINHA CASA E OS 27 GATOS (1)</title><content type='html'>Já falei aqui sobre gatos e até que tivemos vinte e sete deles. Uma gataria federal. Hoje, estava eu quieto no meu canto quando comecei a me lembrar de alguns deles, que tinham particularidades interessantes. O primeiro gato que eu tive (e já tinha que 'dividi-lo' com a dona Varina, que morava duas casas acima da minha, na rua Quatro) foi o Chaninho. Um gato tranqüilo, bem gordo, que dormia praticamente o dia todo. Eu tinha por volta de cinco anos quando resolvi que era barbeiro e iria cortar os bigodes de Chaninho. Imaginei, resolvi e executei. Não sei se por causa da minha intervenção, o Chaninho nunca mais foi o mesmo. Ficou ainda mais preguiçoso e dorminhoco, não servindo nem para caçar um simples camundongo: um dia, um deles saiu correndo de um quartinho que tínhamos no quintal de casa, onde mamãe armazenava farelo de milho e milho em grãos para as galinhas, passou a um palmo do focinho do Chaninho, que placidamente dormia no quintal aproveitando o sol da manhã, e ele só acompanhou a trajetória do bicho, nem se mexendo. Depois disso, o Chaninho passou a espaçar mais suas visitas à nossa casa, acabando por se bandear para a casa de dona Varina, onde a comida era mais abundante e não havia um moleque como eu a lhe cortar os bigodes ou a levá-lo para tomar banho numa bacia. Mais tarde, isso na década de 70, mudamo-nos para a casa número nove da pracinha (Praça Sinhá Junqueira). Assim que nos estabelecemos, mamãe percebeu que havia ali um gato angorá preto, totalmente arisco, que vivia rosnando para nós. Nossa surpresa foi alguns meses depois, quando descobrimos que o gato preto (que nominamos Pretinho) era uma gata. O nome ficou e esta gata foi responsável pelo aumento da população felina na nossa casa. Ela era insaciável: nem bem paria uma ninhada, já estava esperando outra. E foram nascendo os bichos, que minha mãe sempre batizava: lembro-me de Tufão, Tuim, Rajá e vários outros. E o (a) Pretinho continuava arisco, mas aceitando a aproximação da minha mãe, a quem acompanhava até a padaria, que ficava na esquina da praça, rosnando como se fosse uma pantera negra para quem se aproximava. Pretinho não aceitava que seus filhotes se tornassem dóceis, chegando a bater em alguns que iam aos colos de todos, esfregando-se nas pernas do mais próximo. Uma cena, pra mim, é marcante: minha irmã, Luci, usando uma daquelas calças do início da década de 1970 (chamada pantalona, de boca de sino e feita com um tecido grosso, da cor verde), amolando a faca no tanque para cortar bifes e uma infinidade de gatos em volta dela. À primeira afiada da faca na pedra, saíam gatos de todos os locais imagináveis e inimagináveis, de todos os tamanhos, cores e raças. Os filhotinhos chegavam a subir pela calça da minha irmã, com suas garrinhas afiadas, para ganhar nacos de carne primeiro. A visão daquele mundo de pelos e o barulho dos miados acabou gravando-se na minha retina de forma indelével. Da próxima vez, prometo falar mais dos gatos da dona Altiva, inclusive alguns que se tornaram quase parte da família (o Cat e o Tigrinho), que tinham atitudes surpreendentes para animais irracionais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15461154-115517499159718225?l=diariodeumgordo01.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/feeds/115517499159718225/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=15461154&amp;postID=115517499159718225&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/115517499159718225'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/115517499159718225'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/2006/08/minha-casa-e-os-27-gatos-1.html' title='MINHA CASA E OS 27 GATOS (1)'/><author><name>Sidnei Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18290058089175213471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='14803516689345108914'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15461154.post-115353527379512762</id><published>2006-07-21T23:10:00.000-03:00</published><updated>2006-07-21T23:27:53.806-03:00</updated><title type='text'>MAIS UMA DO BABÃO</title><content type='html'>Meu irmão Eurípedes, o 'Babão', era uma pessoa completamente irresponsável. Na maioria das vezes, não media as conseqüências do seu ato. Como numa vez em que amarrou um garoto que queria ir com ele e os amigos à beira do rio Grande (ele gostava de atravessar o enorme rio a nado) e o atirou dentro d'água, quase matando o garoto afogado (os amigos retiraram o menino do rio). Quando morávamos na rua 4 e papai era o "mestre" da escola de samba da Usina (tem fotos deste tempo no Fotoblog do Luizinho), normalmente os ensaios eram na nossa casa que, mesmo pequena, recebia os abnegados que gostavam do samba e formavam a bateria da escola. Isso por volta de 1968, 1969. Lembro-me do Antônio dos Santos, do Iraílton (que ensinou-me a sambar, coisa que os anos e os quilos a mais foram tirando), do Oswaldo Júlio e do irmão dele, meu padrinho Mapuaba (Deolindo Valério) e muitos mais. Pois aconteceu o ensaio e o José Wilson, vizinho como outros garotos, estava lá apreciando. Findo o ensaio, Babão e os amigos decidiram ir ao rio Grande para nadar. E foram dispensando as crianças, uma a uma. José Wilson insistiu em ir e meu irmão sempre negando. Quando todo mundo saiu de casa, mamãe percebeu que José Wilson estava sentado na cama do Babão. Sentado, quieto, com as mãos para trás, olhando fixamente para ela, com um cobertor sobre as pernas. Ela conversava com ele e o garoto (devia ter uns treze, 14 anos, se não menos), olhos arregalados, só ouvindo. Encafifada com aquilo, ela foi chegando perto e aí percebeu: ele estava com as mãos para trás, amarradas, o mesmo acontecendo com os pés. Depois de desamarrado por mamãe, José Wilson, ainda bastante assustado, saiu correndo pra casa dele, que era vizinha à minha (a casa de baixo, como falávamos). Foi a forma que o Babão encontrou de impedir que o garoto o seguisse até as margens do Rio Grande. Mais tarde, admoestado por mamãe, ele ria sem parar, afirmando que ou era aquilo ou era jogar José Wilson amarrado dentro do rio. Esta foi só uma das que mamãe teve de suportar com seu filho mais velho e irresponsável.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15461154-115353527379512762?l=diariodeumgordo01.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/feeds/115353527379512762/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=15461154&amp;postID=115353527379512762&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/115353527379512762'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/115353527379512762'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/2006/07/mais-uma-do-babo.html' title='MAIS UMA DO BABÃO'/><author><name>Sidnei Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18290058089175213471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='14803516689345108914'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15461154.post-114824151178091907</id><published>2006-05-21T16:54:00.000-03:00</published><updated>2006-05-24T18:53:30.316-03:00</updated><title type='text'>POR CAUSA DAS ABELHAS</title><content type='html'>Depois das boas lembranças das pescarias no Rio Grande, lembrei-me de um fato ocorrido na Usina Junqueira em meados de 73. Tinha eu meus onze anos e papai resolveu ir pescar no pequeno córrego que passava a umas centenas de metros de casa, do lado da antiga máquina de arroz, separando a Usina da colônia Gordurinha (acho que era isso mesmo). Carregando toda a tralha (varas, linhas, chumbadas, minhocas e as sacolas de nylon para guardarmos o produto da pescaria), descemos a rua da Pracinha, entramos pelo portal que levava à máquina de arroz e aos fundos do supermercado e da padaria. Contornamos o velho prédio da antiga máquina de arroz e ao tomarmos uma picada que dava para o córrego (que chamávamos de córguim), fomos surpreendidos: um batalhão de abelhas atacou a mim e a meu pai, o que nos fez voltarmos correndo pra casa. E entre zumbidos, picadas e gritos (meus, claro!), tentávamos fugir da ferocidade daquele enxame. E eu fiz o pior: tirei o chapéu e as abelhas atacaram-me todo, cabeça, rosto, pernas (usava uma bermuda)... Subimos a rua da pracinha e quem estava longe não entendia a nossa correria e meus gritos. Os curiosos acabaram batendo na nossa casa, pra saber o que tinha acontecido. E encontraram mamãe correndo de mim para papai, tirando ferrões e colocando anil onde as abelhas tinham picado. Imagina que gracinha eu fiquei! Todo melecado de azul, boca inchada e cabeça cheia de caroços. Com a molecada (todos atletas dos times de futebol de salão de meu pai), chegou-se ao consenso: a pescaria não acabaria ali. E descemos todos para o Rio Grande, tralhas na mão (papai tinha dezenas de varas de pescar de bambu), fizemos a festa no "Paicambu", com quilos e quilos de lambaris (enormes), piaus, piaparas, mandis e bagres, além de cascudos. Que todos nós limpamos e mamãe fritou, para a festa da molecada e alegria de meu pai. Mais tarde descobrimos a razão da fúria das abelhas: o Luizão Beiçudo (sempre ele) tinha acertado a colméia delas com uma certeira pedrada, minutos antes que eu e papai passasse por ali. Como as abelhas não encontraram o autor da façanha, que estava bem escondido, sobrou pra nós!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15461154-114824151178091907?l=diariodeumgordo01.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/feeds/114824151178091907/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=15461154&amp;postID=114824151178091907&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/114824151178091907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/114824151178091907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/2006/05/por-causa-das-abelhas.html' title='POR CAUSA DAS ABELHAS'/><author><name>Sidnei Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18290058089175213471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='14803516689345108914'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15461154.post-114816474722406535</id><published>2006-05-20T19:20:00.000-03:00</published><updated>2006-05-20T19:39:07.236-03:00</updated><title type='text'>DE PESCARIAS E CAÇADAS</title><content type='html'>Alegria, para a molecada da Usina Junqueira, era pescar no "Paicambu" (era assim que todos chamavam), um ponto no Rio Grande onde todo o esgoto das residências era atirado. Ali se pescava muito, principalmente lambaris que muitos usavam como iscas mas que, para mim, serviam mesmo para exibir em casa o quanto tinha pescado. Aliás, é bom dizer, nunca fui para o "Paicambu" sozinho, embora fosse fácil chegar lá e não se andasse mais do que um quilômetro. Obediente, ia sempre em companhia de meu pai. E foi dentro de um supermercado que acabei lembrando-me das pescarias e de papai. Estava com a Preta e a Drica fazendo compras quando vi, no balcão refrigerado de peixes, algumas bandejas com piaus, um peixe característico daquele trecho do Rio Grande que era uma das alegrias de minha infância. Quando pescava com papai, ele sempre pescava vários piaus e piaparas, de tamanho médio, os quais mamãe preparava com a competência que sempre teve na cozinha. Voltando àqueles tempos, lembro-me que eu e minha irmã disputávamos para ver quem pegava mais lambaris de rabo vermelho, que eram mais raros, acho eu. A maioria eram lambaris de rabo amarelo, creio. Pois eu conseguia pescar também mandis chorões, bagres e cascudos, além dos já citados piauzinhos e piaparas. Um dos peixes que eram bem raros e fazíamos uma algazarra tremenda era uma espécie que tinha uma barata branca dentro da boca (sei lá qual era o nome do espécime). Depois de uma tarde pescando ali no "Paicambu", voltávamos para casa carregados, pois a pescaria era sempre abundante. Centenas de lambaris graúdos (os pequenos eram devolvidos à água, tal era a abundância de peixes ali), além de cascudos, piaus, bagres e mandis, entre outros, eram despejados no tanque e ali tínhamos a árdua tarefa de limpar os peixes: mamãe preparava o petisco, mas os pecadores tinham que limpar. Era uma festa que nunca mais, depois que deixamos a Usina, pudemos repetir. Lembro-me que, de vez em quando, um dos Guitarraras (pescadores exímios) presenteava mamãe com um dourado ou papa-terra de bom tamanho, que se transformavam no peixe ao molho de tomate mais gostoso que já comi na vida (e que ainda vou conseguir fazer igual, prometo sempre!). Outra vez, mamãe recebeu uma "fieira" de rolinhas abatidas por um caçador da Usina (também acho que era um dos Guitarrara) que ela preparou depois que tiramos todos os chumbinhos das aves. Ali na Usina comi também rã, preá e até tatu, que minha mãe preparava sem reclamar mas nunca comia. Tinha uma panela que ela usava somente para fazer estas carnes exóticas e onde não cozinhava nada que ela fosse comer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15461154-114816474722406535?l=diariodeumgordo01.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/feeds/114816474722406535/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=15461154&amp;postID=114816474722406535&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/114816474722406535'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15461154/posts/default/114816474722406535'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumgordo01.blogspot.com/2006/05/de-pescarias-e-caadas.html' title='DE PESCARIAS E CAÇADAS'/><author><name>Sidnei Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18290058089175213471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='14803516689345108914'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry></feed>